Criação contra Evolução

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Criação contra Evolução – Uma questão de origens
O debate da criação contra a evolução é uma questão de origens. Como chegamos aqui? Fomos criados ou evoluímos aleatoriamente? Somos o produto de inteligência intencional ou somos apenas o resultado final de inúmeros acidentes cósmicos? O que as evidências dizem?

Criação contra Evolução – Pelo que estamos procurando?
Sem evidências concretas, o debate da evolução contra criação não seria muito mais do que um jogo de rancor filosófico. Todos têm sua própria opinião. A pergunta é: qual é a base para essa opinião? Sabe, as pessoas podem acreditar no que quiserem, mas isso não transforma o errado em correto. É a prova irrefutável que separa o trigo do joio proverbial. Tenha em mente que "evidência" não é o mesmo que "prova". A evidência é útil na formação de conclusões, enquanto que prova conclui o assunto totalmente. Se tivéssemos uma prova, a teoria da evolução não seria chamada de teoria. Então, o que constitui uma evidência? Pelo que estamos procurando?

Criação denota a existência de um Criador divino que exerceu a sua capacidade criativa ao criar este mundo e as formas de vida que vemos. A vida é o produto de artifício inteligente. Assim, o design aparente em biologia constituiria evidência de um Designer. É uma verdade auto-evidente e universalmente reconhecida: conceito e design requerem um Designer inteligente. Assim, embora reconhecendo que o design em biologia não seja baseado na premissa religiosa (mas em observação empírica e lógica), ele certamente tem implicações teológicas [1]. Encontramos um design aparente em biologia? Sim. Na verdade, design aparente permeia a esfera biológica [2, 3]. Quando utilizamos com os seres vivos os princípios gerais de como detectar design, achamos que seja razoável deduzir que um Criador existe.

A evolução salienta a linhagem naturalista (aleatória, não direcionada) de todos os seres vivos de um ancestral comum [4] que originalmente evoluiu a partir de matéria inorgânica. A vida é o produto do acaso. O que nós precisamos aqui é de um mecanismo plausível, viabilidade e uma história de funcionalidade. O naturalista britânico Charles Darwin (1809-1882) deu credibilidade científica à visão evolutiva, fornecendo o mecanismo muito necessário - "seleção natural". Isso foi há 150 anos. Hoje, sabemos que esse mecanismo é deficiente, mesmo à luz da mutação genética. Com os enormes avanços que fizemos na biologia molecular, bioquímica e genética ao longo dos últimos cinquenta anos, temos sido expostos a uma nova dimensão em sistemas vivos que era até então desconhecida. Os biólogos evolucionistas estão agora à procura de um novo mecanismo, um que pode superar constrangimentos genéticos e outras barreiras de natureza química que foram identificados nos últimos anos. Até que esse mecanismo seja encontrado, a teoria da evolução (uma teoria que tem desfrutado de destaque nos meios biológicos por mais de 100 anos) simplesmente não tem viabilidade, e, assim, credibilidade.

Criação contra Evolução – Religião contra Razão
Os meios de comunicação populares muitas vezes retratam o debate da criação contra evolução como o debate da ciência contra religião, com a criação sendo religiosa e a evolução sendo científica. É irônico notar que são os criacionistas que têm uma sólida base empírica para a sua teoria, enquanto os evolucionistas ficam agarrados às suas convicções de fé.

É razoável reconhecer a existência de um Criador? Quando desafiado por céticos para provar cientificamente a existência de um Criador, Dr. Wernher von Braun, o fundador do “Programa americano de Foguetes Espaciais", respondeu: "Temos realmente que acender uma vela para ver o Sol? ... O elétron é materialmente inconcebível, e ainda é perfeitamente conhecido pelos seus efeitos, ao ponto que nós o usamos para iluminar nossas cidades, guiar nossas aeronaves através dos céus noturnos e tomar as medidas mais precisas. Que lógica estranha faz com que alguns físicos aceitem o elétron inconcebível como real, enquanto se recusam a aceitar a realidade de um Criador com base em que não podem concebê-lO? ... A impossibilidade de algum problema final (que sempre vai estar fora de resolução científica) não deve permitir a exclusão de qualquer teoria que explica a relação entre dados observados e que é útil para a predição." [5] Para simplesmente rejeitar o conceito de um Criador como sendo não científico é "violar a objetividade da ciência em si". [5] Embora sejamos incapazes de compreender o conhecimento de um Criador, nós certamente podemos apreendê-lo.

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Notas de Rodapé:

  1. "Unlocking the Mystery of Life," documentary by Illustra Media, 2002.
  2. Michael Denton, Evolution: A Theory in Crisis, 1986.
  3. Michael Behe, Darwin's Black Box, 1996.
  4. Charles Darwin, On the Origin of Species by Means of Natural Selection, or the Preservation of Favoured Races in the Struggle for Life, 1859.
  5. Originalmente publicado na obra de Edward F. Blick intitulada Special Creation vs. Evolution, 1988, pp. 29-31.


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