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O Dilúvio



O Dilúvio – História Bíblica O Dilúvio (também conhecido como o Dilúvio de Noé) foi o evento cataclísmico mundial que totalmente devastou a Terra em algum momento entre 2.000 e 3.000 aC. De acordo com Gênesis, capítulos 6 a 9, a humanidade tinha degenerado a uma podridão tão grande que Deus, em Sua soberania, decidiu limpar a terra. Ele escolheu graciosamente poupar uma única família humana e uma variedade de representantes do reino animal para repovoar a terra depois que as águas do Dilúvio tivessem baixado. Noé, o chefe patriarcal da família escolhida, o homem que "achou graça aos olhos do Senhor" (Gênesis 6:8), foi ordenado a construir uma grande arca. Esta arca (também conhecida como a Arca de Noé) foi a implementação de sua salvação. No fim das contas, oito sobreviventes humanos desembarcaram da arca. Estes oito foram tudo o que restaram da raça humana: Noé, sua esposa, seus três filhos e as esposas de seu três filhos.


O Dilúvio – Tradição Universal
Segundo a Bíblia, cada ser humano que tem vivido desde o Dilúvio é um descendente direto de Noé e sua pequena família. Logicamente que, apesar do relativo isolamento das diversas culturas que têm prosperado desde o dilúvio, porque toda cultura é um descendente direto dos sobreviventes do dilúvio, a tradição deste evento traumático deve ser abundante e universal, tendo sido transmitida de geração em geração. Com efeito, as tradições sobre o Dilúvio são abundantes e universais. Literalmente centenas de tradições sobre o Dilúvio foram preservadas em todo o mundo, sendo abundantes na Europa, Ásia, África, Austrália e Américas. Coletivamente, essas tradições sobre o Dilúvio servem para corroborar a narrativa bíblica de Gênesis sobre o Dilúvio. Essas lendas sobre um Dilúvio incluem duas das mais antigas histórias conhecidas por terem sobrevivido o passar do tempo, a clássica chinesa Hihking e o épico babilônico de Gilgamesh. Essas lendas sobre o dilúvio são notavelmente consistentes quando consideramos o relativo isolamento das culturas, o período de tempo que decorreu desde o Dilúvio e a tendência humana de exagerar ou embelezar as histórias com o tempo.


O Dilúvio – Evidências Físicas
O "mito" do Dilúvio não é apenas uma alegoria antiga para nos ensinar sobre o julgamento de Deus sobre o pecado. O Dilúvio foi um evento histórico real e a crosta terrestre serve como testemunha disso de muitas formas. Considere o registro fóssil: bilhões de coisas mortas enterradas em sedimentação (rochas formadas por água) encontradas em todo o mundo. O geólogo Dr. John Morris explica: "As rochas sedimentares, por definição, são estabelecidas como sedimentos pelo movimento de fluidos [água], são compostos de pedaços de rocha ou outro material que existe em outro lugar, e foram erodidos ou dissolvidos e depositados novamente no local atual". [1] Mais de 70% da superfície rochosa da Terra é rocha sedimentar (o resto da superfície rochosa terrestre é rocha metamórfica e ígnea vulcânica). Nestas camadas de rochas sedimentares, os geólogos encontram algumas características muito estranhas. Por exemplo, árvores fossilizadas enterradas em todos os ângulos, de cabeça para baixo e para cima, muitas vezes passando por várias camadas de rocha, obviamente o resultado de um cataclismo marinho. Estes fósseis de várias camadas são um fenômeno mundial.

Considere a porcentagem de coisas mortas que encontramos enterradas nesta rocha sedimentar: "95% de todos os fósseis são invertebrados marinhos, principalmente crustáceos. Dos restantes 5%, 95% são fósseis de algas e plantas (4,74%). 95% do restante 0,25% é constituído de outros invertebrados, incluindo insetos (0,2375%) . O restante 0,0125% inclui todos os vertebrados, principalmente peixes. 95% dos poucos vertebrados terrestres são constituídos de menos de um osso. (Por exemplo, apenas cerca de 1.200 esqueletos de dinossauros têm sido encontrados)" [2]

Também considere a abundância de restos fósseis de vida marinha encontrados no topo de cada cadeia montanhosa do mundo. Por exemplo, aglomerações de centenas de ostras gigantes (300kg/650lbs) encontradas no topo da Cordilheira dos Andes na América do Sul. [3]

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Notas de Rodapé:
  1. John D. Morris, The Young Earth, 2001, p. 51.
  2. John D. Morris, The Young Earth, 2001, p. 70.
  3. David Catchpoole, Creation magazine, vol. 24:2, pp. 54-55.

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